Música e cultura

Papeback Writer #138 – O editorial do Psicodelia

Sim, sim, sim! Esta é a centésima trigésima oitava edição do Psicodelia.

Bom, estamos em um novo sistema, mas o psicodelia mantém o bom gosto de sempre. E, vejam só, em fevereiro de 2011 nós completamos algo incrível:

DEZ ANOS DE PSICODELIA!

Sim, o Psicodelia completou dez anos de existência! Uma década. Algo incrível. Mas não vou me alongar neste assunto, já que o exploramos na edição passada.

Nesta edição preparamos algo diferente. Não temos Iced Summer este ano, com as edições mais leves sobre verão, com poemas mais leves, Pessoas do Ano e tal.

Para relançar o segmento Zinefique, eu e o editor Tiago Andrade preparamos este especial, com as primeiras edições de várias séries: Mortal Kombat Armageddon Revolution, do próprio Andrade, Outermercs, de Gustavo Levin, e The Gate Keeper, de Renato Claramonte, entre outros, lembrando o grande nível de textos sempre colocados no Zinefique.

Nada mais justo, então, do que ressaltar este grande nível do segmento.

Amor e paz!

Agora… prepare-se para o que eu vou proferir…

COMPLETAMOS DEZ ANOS DE EXISTÊNCIA!

Esta revista eletrônica completa uma década. Tem noção do que é isso? Nem eu, até que se perceba quanto tempo passou e

quanta coisa mudou na História da Humnidade desde então.

Quando surgiu o Psicodelia, em 2011, revista eletrônica era uma febre na internet, e nem tanto na televisão. A ideia de ter

um formato no mesmo estilo de uma revista ameaçava pegar, mas depois foi para a TV, com programas envolvendo diversos

assuntos, geralmente voltados para o público feminino. Uma tremenda mania, se me permitem o termo, todo este formato.

Mas aí surgiram os blogs, e outro sistemas, e depois as redes sociais, e aí os blogs com redes sociai, e os textos curtos,

mais curtos, curtíssimos, mais curtos que saias de passistas de escola de samba quando querem sair em portais de

celebridades com a calcinha aparecendo ou, ainda, sem a calcinha.

Ficou o Psicodelia. Que nunca foi blog, embora agora tenha estrutura que é mais utilizada por blogs. Não é uma rede social.

Mas, ao mesmo tempo, é tudo isso. É uma revista, essencialmente, que você não compra em banca, não gasta celulose, mas ao

mesmo tempo pode ser reciclada com novas e velhas ideias, sociabilizando conceitos o tempo todo. Com textos longos, algo que

você não vê pela internet como valor, com poesias, criações, viagens mentais. Enfim, com vida.

A primeira capa do Psicodelia até hoje me dá um pouco de vergonha de tão feia comparada a hoje em dia. Mas seu valor não.

Porque ela defende os mesmos ideais que a edição que você lê agora, como a independência e a exposição de cultura em todas

as formas. A cada aniversário, e a cada vez que eu pensava “nossa, mais um aniversário, mais um ano”, parecia mais uma etapa

a ser superada.

E quantas pessoas passaram por aqui… Phablo, Sarah, Lucas, Bento, Sam, Mia, Rogério, Mônica, Diego, Julião, Gabriel,

Márcia, Eneida, Eddie, Raphael, Vanessa, Artur, Rubens, Tatiane, Luiz, Caio, Tiago, Agnes, Renato, Felipe, Gustavo, Thiago,

Marcelo, Tatiana, Paula… Sei que tem mais nomes que esqueci, que não citei. A Família Psicodelia sempre cresce, e todos

são sempre convidados a retornar, sempre.

Esta edição é para vocês todos. Não chamei ninguém para participar porque queria que fosse um presente a todos vocês,

colaboradores, leitores antigos, leitores novos, amigos.

E não posso deixar de agradecer ao Gabriel Subtil, que fez este visual bacanudo. VALEU!

Uma década.

Que venha a próxima!

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